Arquivo Digital - Curso de Direito (2007-2012)

Seja Bem-Vindo

Home

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Uma em cada sete pessoas no mundo dorme com fome

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) consideram que a situação da fome no mundo é alarmante, devido ao constante aumento da população mundial e a forte alta dos preços dos alimentos. "Uma em cada sete pessoas no mundo vai dormir com fome, a maioria delas mulheres e crianças", manifestou Lauren Landis, diretora do escritório do PMA em Genebra durante a inauguração de uma exposição para denunciar este problema.
Lauren, que apresentou no Palácio de Nações a mostra Lutando Contra a Fome Juntos, lembrou que "a fome mata mais pessoas a cada ano do que a aids, a malária e a tuberculose". O objetivo da FAO e do PMA é alertar sobre este problema para encontrar soluções para a atual volatilidade do mercado de alimentos e conseguir passar de uma situação de crise a uma de estabilidade que garanta comida para toda a população.
Entre 2005 e 2008, os preços dos alimentos alcançaram seu nível mais alto dos últimos 30 anos, com aumentos preocupantes em itens básicos como milho, que subiu 74% nos últimos 18 meses e o arroz, que subiu 166%. Esta situação causou revolta na população, que respondeu com episódios de agitação civil em mais de 20 países da África. A situação se agravou com a crise econômica internacional em 2008 e a posterior atuação de especuladores.

sábado, 15 de outubro de 2011

Flagrante de um acidente e a cultura brasileira

# Corrupção: até quando?

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

TFC em Araguaína - Dia 22 de outubro

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Manifestação contra a corrupção, uma luta de todos

Aqui do interior de uma cidade do Tocantins, percebi que a marcha contra a corrupção movimentou o Brasil. A cultura de manifestação e revolta aos poucos vem ganhando força e espaço em razão do inconformismo da sociedade, bem como da possibilidade da utilização de redes sociais para organizarem tais eventos. Fico feliz. Ao mesmo tempo me sinto incomodado. O motivo é porque estou tão longe das grandes cidades e não tenho a oportunidade de participar, razão pelo qual resolvi escrever o presente artigo como forma de manifestação.
Falar sobre a corrupção é algo muito arriscado, mas é extremamente necessário. Dias atrás, vimos o caso da juíza Patrícia Acioli assassinada pelos policiais do Rio de Janeiro e as declarações da Ministra Eliana Calmon sobre a existência de “há bandidos escondidos atrás da toga” e que repercutiu no meio jurídico.


O desafio de combater a corrupção é muito grande. Hoje, os crimes financeiros estão muitos sofisticados em razão da grande burocracia para serem investigados e a força que os corruptos exercem sobre o Estado. Jamais podemos desanimar. Talvez muita gente ainda não saiba a força de uma mobilização social como essa. É preciso ressaltar que os portais de notícias fazem parte dessa evolução. Vejamos o exemplo que aconteceu nesses últimos seis meses de governo Dilma Rousseff, em razão principalmente do Estadão e Veja - demitiram três ministros de pastas importantes.


No começo dessa semana, dia 08 de outubro, participei de uma palestra na FACDO ministrada pelo Juiz Marlon Reis (membro do MCCE e idealizador da campanha ficha limpa), no qual explanou os absurdos cometidos pelos políticos com a corrupção e suas graves conseqüências. Seu estilo duro e de uma cultura altamente exemplar, mostra o tipo de brasileiro que devemos ser.


Devemos ter simpatia pelos intelectuais e não ter “rabo preso” com nenhum político corrupto. Precisamos sim de ideologias partidárias e fazer parte dos debates que envolvam nosso futuro. Ir às ruas. Não calar a boca nunca. Ter esperança em um Brasil melhor. Preocupar-nos com a inclusão social, saúde, segurança, paz e, especialmente com a educação.


Precisamos combater à compra de voto e principalmente fazermos um julgamento político, ou seja, se um parlamentar cometeu um crime, jamais poderá ter uma nova chance para representar o povo. A política lida com pessoas. Os tempos mudaram. Assim, cada vez mais necessitamos de políticos brilhantes e que acima de tudo sejam absolutamente anti-corrupção.


Hoje, os manifestantes mostraram sua força. Vamos realizar o desfecho da reforma política por meio de assinaturas de projetos de leis como o voto distrital, assim como ocorreu com a lei da ficha limpa e, com o tempo moralizar a política brasileira. Sou acadêmico na área das ciências jurídicas e estou à disposição dos movimentos sociais e na luta contra a corrupção. Contem sempre comigo. 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Diga Sim à VIDA

Confesso que explicar o poder de Deus sobre nossas vidas é algo muito difícil. Nossa capacidade é limitada demais para entender tudo que acontece nesse mundo. Seu poder é extraordinário aos olhos dos homens.

Fiquei até sem palavras para descrever o que está se passando em minha mente no momento em que vi essa foto.

Esse é o maior sinal do AMOR de Cristo sobre a necessidade de relacionarmos amorosamente ao lado de nossos irmãos....

Meu pai já me disse várias vezes que, no dia em que eu tiver um filho, vou passar a ter sentimentos inexplicáveis.

Hoje, ainda não tenho um filho. Mas se Deus permitir, quero colocar alguns filhos nesse mundo.  


Comentário sobre a foto

"Uma imagem que encontrei na net, pertecente a uma rede de relacionamento americano. Pelo que li na descrição, esta imagem devia ser a imagem do Ano ou mesmo década.

Trata-se da ligação entre um cirurgião e o seu paciente, neste caso, um bebé ainda por nascer... Este bebé sofria de uma doença chamada Espinha Bifida e, caso fosse retirado do útero da mão, ele morreria. Este cirurgião é dos únicos a terem esta capacidade de operar o feto, ainda no útero da mãe. A operação foi um sucesso e, quando o cirurgião se preparava para fechar a pequena incisão que tinha feito para alcançar o bebé, este esticou a mão (já perfeitamente formada) e agarrou um dos dedos do cirurgião, como se lhe estivesse a agradecer pela "vida" que o cirurgião tinha acabado de lhe dar.Nas palavras do cirurgião: "foi o momento mais emocionante da minha vida".


Aproveito a postagem e coloca essa foto inexplicável!




A nossa hora chegou!

Esta quarta-feira, dia 05 de outubro de 2011, ficará conhecida como um dos dias mais importantes da história do País. E não é exagero dizer isso. A aprovação do Estatuto da Juventude na Câmara dos Deputados ainda não faz com que os vários benefícios voltados aos brasileiros de 15 a 29 anos de idade passem a valer, mas representa a primeira vitória, substancial, numa luta que está sendo travada, efetivamente, desde 2004 quando o assunto foi colocado em debate na Conferência Nacional da Juventude convocada pela mesma Câmara dos Deputados que acendeu dentro dos nossos corações uma chama poderosa de esperança.

Vencemos mais uma batalha, talvez a mais difícil de todas e a que nos deixa com uma “quase-certeza” de vitória. Em 1990 os direitos das crianças e dos adolescentes foram garantidos por meio da aprovação de um estatuto próprio. Desde então, vimos um grande avanço nas políticas voltadas para essa faixa etária da população que vai dos 12 a 18 anos de idade. Agora, 21 anos depois podemos ter a oportunidade de fazer com que os jovens com até 29 anos também sejam mais respeitados e possam ver seus sonhos realizados.

O Tocantins tem a característica de sair na frente no que diz respeito às questões sobre a juventude. Prova disso é que o primeiro estado a criar sua secretaria estadual de juventude foi o Tocantins, em 2002 - uma iniciativa da terceira gestão de Siqueira Campos à frente do Executivo Estadual. A partir deste momento o jovem tocantinense passou a ser mais valorizado e ter seus direitos respeitados. A sociedade passou a ver a juventude com outros olhos. Com a criação de uma Pasta específica, o jovem encontrou seu ponto de apoio e acreditou em melhores perspectivas de vida.

Agora, temos mais uma vez a chance de ter a favor da sociedade a força da vontade, da esperança, dos sonhos e da atitude dos jovens. Por isso, vamos levar as discussões sobre o Estatuto da Juventude à Conferencia Estadual da Juventude, que vai acontecer aqui no Tocantins nos dias 28,29 e 30 deste mês. Assim somaremos forças com os demais estados na Conferência Nacional para mostrar a importância de leis específicas para os jovens. Esse será um dos pontos centrais dos debates.

Precisamos lembrar que a criação do Estatuto é uma demanda que surgiu a partir do envolvimento de todos os movimentos juvenis, como a UNE, UJS, Pastoral da Juventude da Igreja Católica, Juventude Evangélica, associações de jovens, Juventude Desportista, Juventude LGBT, Juventude Negra, Juventude Indígena, Juventude da CUFA, juventudes partidárias, jovens empreendedores, movimento Hip-Hop, UBES, entre outros. É importante o envolvimento de todos.

Com a aprovação de direitos como a meia-entrada para eventos culturais e esportivos, tanto a juventude tocantinense, quanto a de outros estados vai ter uma formação cultural, social, educacional e física que irá corresponder à de um país que busca ter maior destaque no cenário mundial.

Sabemos que ainda falta a aprovação do Estatuto no Senado e posteriormente sua sanção pela presidente Dilma Roussef, mas mesmo assim, o sentimento da vitória já enche nossos peitos com a melhor das esperanças: aquela que nos dá mais força para lutar por um presente e um futuro mais dignos para a juventude. E quando fazemos isso, estamos garantindo uma cidade melhor, um estado com mais qualidade de vida para todos e um país mais respeitado. E é por isso que estamos trabalhando para que no Tocantins o jovem seja um campeão. A nossa hora chegou!

Absurdo: MPF propõe ação civil contra Ceste pela morte de sete toneladas de peixe e quer indenização de R$ 50 milhões


O Ministério Público Federal no Tocantins propôs ação civil pública contra o consórcio empreendedor da Usina Hidrelétrica de Estreito por não cumprimento de obrigações assumidas para o licenciamento ambiental do empreendimento, ao não realizar nenhuma ação mitigadora para evitar a mortandade de peixes durante testes de unidade geradora. Segundo a ação, o próprio Ceste emitiu relatório que previa o aprisionamento de peixes dentro da máquina durante os testes, ao contrário do que informou depois da ocorrência. As informações são do MPF-TO. 

O MPF-TO requer o pagamento das multas estabelecidas pelo Ibama e indenização do valor de R$ 50.000.000,00, 1% do custo total da obra, ao Fundo Nacional de Meio Ambiente.

Em março deste ano, foi encontrada grande quantidade de peixes mortos na área da UHE de Estreito. Segundo relatório de ocorrência ambiental do Ceste, o fato ocorreu por causa de testes mecânicos realizados na unidade geradora n°1 da usina, que causou a morte de aproximadamente sete toneladas de peixes, a maioria da espécie jaú. Segundo o relatório, os peixes ficaram presos durante manobras de abertura e fechamento das comportas e foram submetidos a mudanças de pressão e choques mecânicos por turbilhonamento no interior da máquina. Técnicos do consórcio alegaram não haver nenhuma ação mitigatória possível porque a mortandade só pôde ser verificada após os testes.

Uma lágrima vale mais que mil palavras! rs*....

Siqueirido, Gomes e Vicentinho na sessão da Câmara em homenagem aos 23 anos de Tocantins......

domingo, 9 de outubro de 2011

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O fim do gênio da tecnologia

Steve Jobs – o gênio da tecnologia responsável por revolucionar ao menos três segmentos da indústria (computação pessoal, música, e telefonia) e inovar outra (animação para filmes) – morreu nesta quarta-feira, aos 56 anos de idade. Ex-CEO e força criativa por trás da Apple, ele lutava desde 2003 contra um câncer raro no pâncreas, que o levou a deixar, em agosto, a direção da companhia que ele fundou em 1976 e ajudou a transformar em uma das mais valiosas do planeta. Jobs deixa a mulher, Laurene, e quatro filhos – três mulheres e um homem.
A família de Jobs se manifestou publicamente, mas pediu privacidade. "Ele morreu hoje, pacificamente, cercado por sua família... Nós sabemos que muitos de vocês sentirão a perda conosco, porém, pedimos respeito e privacidade durante esta hora de dor."
No site da Apple, uma nota faz uma homenagem a Jobs: "A Apple perdeu um gênio visionário e criativo, e o mundo perdeu um ser humano incrível. Aqueles que tiveram o prazer de conhecer e trabalhar com Steve perderam um amigo querido e um mentor inspirador. Steve deixa para trás uma companhia que somente ele pôde erguer e seu espírito será para sempre a essência da Apple".
Jobs protagonizou uma das sagas mais fascinantes de nosso tempo, uma aventura digna de filme. Reúne drama familiar, construção de um império, traição empresarial, superação e, sim, romance. Colocado para adoção logo após o nascimento, o menino nascido em São Francisco, na Califórnia, foi acolhido por uma família simples com a condição de que pudesse cursar a universidade. Uma vez lá, o jovem Steven Paul abandonou os estudos, trocando a graduação promissora por um incerto curso de caligrafia e uma viagem mística pela Índia. De volta aos Estados Unidos, inventou na garagem dos pais, ao lado de um amigo, Steve Wozniak, o que viria a ser o primeiro computador pessoal do mundo. Aos 20 anos, a dupla fundou a Apple. Três anos depois, acumulava 100 milhões de dólares. Aos 30, Jobs foi expulso da companhia pelo homem que ele mesmo contratara, John Sculley. Fora da "maçã", fundou outra empresa de computadores e comprou, do cineasta George Lucas, uma produtora de animações, a Pixar, por 10 milhões de dólares – 11 anos depois, a empresa seria vendida por 7 bilhões de dólares com filmes como Toy Story no currículo. Aos 42, Jobs foi convocado de volta à Apple para salvar a empresa da falência. Nos anos seguintes, lançou o iPod, iniciando a revolução no mercado de distribuição de música, o iPhone, catapultando o setor de smartphones, e o iPad, promovendo movimentação no setor editorial. Ao final do ciclo, a Apple chegou a ocupar o posto de empresa mais valorizada do planeta, avaliada em cerca de 350 bilhões de dólares. A última década de vida, talvez a mais frutífera, foi marcada também pela batalha contra o câncer no pâncreas. Uma trajetória de tirar o fôlego.
Jobs não criou tudo sozinho, é claro, mas não há dúvidas de que seu espírito – exigente e inventivo – foi decisivo para moldar a tecnologia que chegou às mãos do consumidor no último quarto de século. Foi ele, por exemplo, quem insistiu com Wozniak na ideia de levar o Apple I, primeiro computador pessoal, ao grande público. Foi dele também a decisão de abandonar, no início da década passada, o desenvolvimento do tablet e, em seu lugar, abraçar o projeto que desaguaria no iPhone, aparelho que de fato apresentou ao mundo o celular inteligente (o tablet ficaria para depois).
Wozniak, o amigo e cofundador da Apple, concorda com todos os talentos atribuídos a Jobs – apurado senso estético, capacidade de liderar, visão de mercado, poder de comunicação... Mas aponta um que, a seu ver, distancia o ex-CEO da esmagadora maioria dos líderes empresariais e também da maior parte dos mortais: "Ele sabe o que as pessoas querem ver nos produtos e também o que não querem. É um entendimento total do que motiva o ser humano."
O nome de Jobs está presente em nada menos do que 313 patentes, que tratam de invenções, usadas em produtos como desktops, iPods, iPhones e iPads. Até alguns itens de decoração utilizados nas lojas da Apple foram registrados pelo ex-CEO. As patentes se referem a tecnologia, funcionalidades e também ao design dos aparelhos, um aspecto essencial para Jobs. "Design não é apenas a aparência de um produto. Design é como ele funciona." Várias vezes, ele deixou claro seu interesse pela zona de contato entre técnica e design e sua admiração pelo renascentista Leonardo Da Vinci (1452-1519), o mestre que pintou a Monalisa e esboçou um protótipo do helicóptero.
"Steve Jobs é o Henry Ford da tecnologia", aposta Leander Kahney, autor do livro A Cabeça de Steve Jobs, que procura dissecar o método do americano. "Ele é o maior inovador na indústria da tecnologia voltada ao consumidor." Carmine Gallo, colunista da revista Businessweek, complementa a comparação: "Ele mudou totalmente o modo como interagimos com equipamentos digitais. Se não fosse por Jobs, ainda estaríamos digitando linhas de comando, em linguagem de máquina." Perfeccionista, Jobs criou produtos de uso simples, mas com aparência sofisticada, que mexeram com o imaginário de seus consumidores, criando uma legião de fãs da Apple.
Tanta exigência teve seu preço. Jobs passou a ser conhecido como um chefe implacável, que podia demitir um funcionário no elevador caso ele não tivesse na ponta da língua resposta sobre um produto em desenvolvimento na companhia. Em outras situações de trabalho, era comum que os colaboradores fossem interrompidos logo que pronunciavam as primeiras palavras de um raciocínio: "Já entendi. Mas o que penso sobre esse assunto é o seguinte..."
O executivo não era surdo às críticas, e chegou a explicar suas razões. "Algumas pessoas não estão acostumadas com um ambiente onde se espera excelência", disse certa vez. Em outra oportunidade, mostrou o peso de ser líder: "É doloroso trabalhar com algumas pessoas que não as melhores do mundo e precisar livrar-se delas. Mas constatei que minha função, às vezes, consiste exatamente nisso: descartar algumas pessoas que não correspondem às expectativas." A melhor autodefinição, contudo, talvez seja a seguinte: "Meu trabalho não é ser fácil com as pessoas. Meu trabalho é torná-las melhores."
"Steve nunca permitiu que a Apple fizesse produtos apenas razoáveis, nem mesmo bons: ele só aceitava os excelentes", afirma Wozniak, o amigo de juventude com quem Jobs criou o primeiro computador pessoal. Até mesmo rivais reconheceram a estatura do executivo não apenas na condução dos negócios da Apple, mas também seu carisma para liderar e motivar sua equipe e cativar consumidores. Foi o caso de Bill Gates, o fundador da gigante de software Microsoft: "Ao pensar em líderes que conseguem inspirar seus funcionários, Steve Jobs é o melhor que já conheci. Ele acredita na excelência de seus produtos e é capaz de comunicar isso."
Sem seu principal criador, a Apple caminhará sob comando de Tim Cook, antigo chefe de operações da companhia, que assumiu o cargo de CEO no final de agosto. Um dia depois do afastamento de Jobs, as ações da companhia caíram cerca de 2%, exprimindo a preocupação dos investidores com o futuro da companhia. "Em curto prazo, contudo, não vemos nenhum impacto que possa prejudicar a Apple. São oscilações normais de mercado", avalia Bruno Freitas, analista de mercado do grupo IDC.
O conforto é fruto de uma tática quase imperceptível adotada pelo cérebro da empresa: o treino das lideranças da companhia. Nos lançamentos da marca nos últimos anos, por exemplo, Jobs dividia as apresentações: ele mostrava as novidades e deixava as explicações técnicas para os especialistas. Além disso, em 2008, foi criada a Apple University, com o objetivo de ensinar os empregados da empresa a "pensar como Steve Jobs" e a tomar decisões como ele. A idéia era impregnar nos executivos o "jeito Steve Jobs de ser".
"Não há dúvidas de que, sem ele, não haveria Apple. Mas a questão é que ele criou um time e uma série de processos pensando no sucesso", diz Carolina Milanesi, analista do Gartner, grupo especializado em análise de mercado. Freitas completa: "Podemos falar que a Apple absorveu o DNA de Steve Jobs. Por isso, ela pode continuar bem, mesmo sem ele no comando."
Só o futuro poderá dizer se o atual e os novos dirigentes da empresa manterão o vigor de Jobs. É improvável que outro profissional reúna os mesmos talentos dele. Mas é imprescindível que seus líderes nutram pela companhia – e por tudo o que ela representa – o mesmo sentimento alimentado por seu criador: "Foi como a primeira paixão", disse Jobs certa vez sobre a Apple.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Com mais de 1,2 milhão de assinaturas, TSE aprova por unanimidade criação do Partido Pátria Livre com o número "54"

Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deferiram, na noite dessa terça-feira, o pedido de registro do Partido Pátria Livre (PPL), que utilizará o número 54, em decisão foi unânime - todos os ministros seguiram o voto da relatora, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha. Com a decisão, o PPL poderá participar das eleições municipais do próximo ano.

Este é o 29º partido com o registro no TSE, o que provocou comentário crítico do presidente da Corte, ministro Ricardo Lewandowski, no sentido de que o Brasil está inovando na ciência política. "Estamos indo além do pluripartidarismo, estamos ingressando no hiperpartidarismo. É uma novidade que criamos no Brasil", afirmou.


De acordo com o voto da ministra Cármen Lúcia, o PPL cumpriu todas as exigências legais para o deferimento do registro. Não houve pedidos de impugnação. Ainda segundo o voto condutor da ministra, o PPL coletou o número suficiente de assinaturas, com o apoio de 482.811 eleitores, conforme certificado pelos tribunais regionais eleitorais dos Estados. A PGE atestou o caráter nacional do partido.


A legenda organizou e encerrou a coleta de mais de 1,2 milhão de assinaturas em 22 unidades do País. O partido obteve o Registro de Órgão de Partido Político em Formação (ROPPF) junto aos TREs de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará, Distrito Federal, Pará, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Santa Catarina e Mato Grosso, totalizando 11 Estados e, novamente, superando o mínimo exigido pela legislação eleitoral.


O partido obteve o registro a três dias do fim do prazo para criação de legenda que esteja a participar das eleições municipais de 2012. O prazo termina em 7 de outubro de 2011, um ano antes das eleições


Mudanças de partido

Os parlamentares que ainda quiserem mudar de legenda sem perderem seus mandatos, têm agora à disposição duas opções: PSD e PPL. É só escolher.

Promulgação da Constituição de 1988 - Ulisses Guimarães

domingo, 2 de outubro de 2011

Eduardo Gomes: A esperança do PSDB em 2012 na Prefeitura de Palmas


Eduardo gomes, por ser um político tocantinense que vem a cada dia se consolidando como uma força política dentro PSDB, ontem, foi presenteado, em encontro do PSDB, como pré-candidato à prefeitura de Palmas. Vários são motivos que levaram o partido a bater o martelo nesse Deputado Federal. Vejamos os cincos principais.

O primeiro está relacionado com sua INFLUÊNCIA dentro do Congresso Nacional, tanto é que, a executiva do partido lhe confiou o tão almejado cargo da 1ª Secretária da Mesa Diretora, além de ser considerado pela sétima vez consecutiva um dos parlamentares mais influentes do Poder Legislativo, intitulado de "Os cabeças do Congresso". 

O segundo, está relacionado com seu grande poder de ARTICULAÇÃO. Acho interessante que até à oposição lhe considera um líder nato e sábio. Mesmo já sendo independente financeiramente, usou de sua capacidade de liderança para que ao lado de Eduardo Siqueira montassem uma verdadeira "tropa de elite" para vencerem as eleições de 2010. Deu certo, pois além da força de Siqueira Campos nas urnas, aliaram João Ribeiro e Kátia Abreu no mesmo time.  

O terceiro e que acho um dos mais importantes é que sempre manteve sua FIDELIDADE PARTIDÁRIA ao PSDB. Há quase duas décadas no mesmo partido, merece uma certa confiança de seus aliados, já que no Brasil, atualmente, contamos com 27 partidos e o atual cenário político não valoriza o que denominamos de ideologia, pois alguns estão minguando para o novo partido PSD, apenas por almejarem cargos pessoais.  

O quarto está ligado aos PROJETOS SOCIAIS. É certo que devem existir políticos que estão preocupados com a questão dos formadores de opinião, outros pela educação, além de tantas outras áreas como a segurança, esportes, juventude, matérias ambientais etc. Como sabemos, Gomes é o idealizador da Universidade UMA, no qual beneficia idosos com cursos superiores, além de incentivos para mudarem de vida, já que nessa árdua etapa da vida muitos são os empecilhos que a velhice encontra na atual sociedade. 

No último e quinto, sei que muitos queriam que eu adentrasse no mérito dos outros pré-candidatos a prefeito da capital já lançados pelo partidos PR, PV e PMDB. Mas esse não é meu propósito nesse artigo, pois considero Gomes uma exceção com relação aos políticos do Tocantins. Diante disso, venho aqui falar sobre a HUMILDADE que esse pré-candidato demonstrou em sua trajetória política. 

Em 2008, Gomes era uma grande força para disputar as eleições de Palmas com Marcelo Lelis, Nilmar e até mesmo com Raul Filho. O que ele fez? Voltou atrás com sua candidatura para não prejudicar o grupo. Em 2012, não foi diferente. Com seu nome liderando as pesquisas para o Senado, foi preterido pelo Senador  Vicentinho.

Sendo assim, podemos concluir que chegou a sua hora, pois Gomes sempre teve manteve um discurso só e, juntamente com as quatros características apontadas acima e à humildade, manteve o interesse da coletividade partidária acima dos seus interesses pessoais, razão pelo qual é a esperança do PSDB em 2012.                                   

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Curso gratuito da FGV

Senhores, recentemente foi criado pela Fundação Getulio Vargas uma nova forma de fazer cursos onlines gratuitamente. Aproveitem. Faça a escolha de acordo com a área que você tenha maior interesse ou afinidade, pois existem os seguintes cursos disponibilizados na área do direito:

Introdução ao Direito Imobiliário – 5 h (NOVO!)
Argumentação Jurídica – 5 h (NOVO!)
Investigação Criminal e Instauração da Ação Penal – 5 h (NOVO!)
Conceitos e Princípios Fundamentais do Direito Tributário – 5 h

Link para inscrição: http://www5.fgv.br/fgvonline/CursosGratuitos.aspx

Saudações Estudantis!!!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

É assim que se dança!

sábado, 24 de setembro de 2011

Triste realidade

     Segundo a revista Veja desta semana (capa com Reinaldo Gianecchini), a Controladoria Geral da União teria apurado que de janeiro de 2002 até junho de 2011 foram desviados R$ 6,89 bilhões dos cofres públicos.  E mais, segundo a mesma revista, neste período 12.001 contratos, em todas as pastas do governo apresentam irregularidades.

      Que país é esse? Isso só faz plantar uma revolta aqui dentro do meu intelecto de que as pessoas não estão nem aí com esses resultados. Mesmo tendo atingido o Ministério da Saúde, já que foram desviados mais de R$ 2,2 bilhões, dinheiro este que daria para pagar 60 mil transplantes de coração pelo SUS, ou ainda, daria para construir 2.446 UPA´s (Unidade de Pronto Atendimento -  Hoje só existem 118 em todo país).
 Na verdade, eu conto nos dedos as pessoas atuantes na fiscalização desse país. Este é o triste quadro que nossa política do “rouba, mas faz” proporciona.
       
         Vou tentar simplificar esse assunto. Hoje, a arrecadação de impostos no Brasil chegará a mais de R$ 1,3 trilhões, o que é simplesmente absurdo, uma vez que o PIB (Produto Interno Bruto) será de aproximadamente R$ 3,8 trilhões, ou seja, a carga tributária brasileira, este ano, representará algo em torno de 35% do PIB.

          Já ouviu falar que temos que trabalhar em média 5 meses no ano para pagar somente os impostos? E tantos outros absurdos......

          Vamos estudar! O importante é não desistir nunca.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Fernando Henrique e sua educação


     "Tive a Educação regular que todas as crianças e jovens de famílias de classe média tradicional (isto é, educadas) tiveram. Frequentei escolas primárias no Rio e em São Paulo, ambas privadas, e do mesmo modo, nas duas cidades fiz em escolas privadas o curso secundário.

      O verdadeiro sentido da Educação se abriu para mim, entretanto, quando entrei na Universidade de São Paulo, em 1949. Naquela época alguns professores estrangeiros, sobretudo franceses, ainda davam as cartas na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Também fiz curso de pós doutorado na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais, em Paris.
Aprendi, então, que Educação significa, mais do que transferência de informações, aprender a perguntar e a pensar: método. Mais vale ler um bom livro, qualquer que seja a orientação do autor, que abra a cabeça, do que perder tempo com dogmatismos ou muitas informações de utilidade duvidosa.,

    Passei grande parte de minha vida útil dedicando-me ao magistério. Na USP e, mais tarde nas universidades do Chile, de Stanford, Berkeley, Cambridge e na Universidade de Paris. Depois que deixei a Presidência da República voltei às aulas na Universidade de Brown, nos Estados Unidos onde fui professor visitante até há dois anos.
   
     Como presidente, dei ênfase à expansão do Ensino Fundamental e técnico. O Brasil precisa muito que todas as crianças estejam nas escolas, que permaneçam nelas por mais horas do que o habitual e que as escolas as preparem para a vida. A vida moderna requer conhecimentos básicos de matemática, informática, português e pelo menos de uma outra língua. Mas, sobretudo história (com sabor sociológico) e algo de filosofia, ou melhor, de reflexão sobre a vida e as pessoas. Para isso é fundamental dispor de professores bem treinados, motivados, bem pagos e capazes de despertar o entusiasmo do aluno. Requisitos fáceis de mencionar e difíceis de serem efetivados.

     De qualquer modo, para quem teve as oportunidades que tive de me educar é impensável não dar valor à Educação. Quando nasci metade dos brasileiros não sabia ler nem escrever. Agora serão dez por cento da população. Mas mesmo assim, os cursos ainda são precários. Acho que é dever de quem teve a oportunidade de se educar, principalmente dos governantes, valorizar a educação e entendê-la no verdadeiro sentido a que me referi: como um contínuo processo de aprendizagem, formal e informal, no qual mais vale saber indagar e refletir do que ter respostas feitas, como se a cabeça de cada um fosse um arquivo".

Fernando Henrique Cardoso foi presidente do Brasil de 1995 a 2002. É sociólogo e autor de vários livros sobre mudança social e desenvolvimento no Brasil e na América Latina. Atualmente ele preside o Instituto Fernando Henrique Cardoso, que preserva e dá acesso ao seu arquivo pessoal, além de promover o debate sobre democracia e desenvolvimento.

sábado, 10 de setembro de 2011

Sócrates, um exemplo a ser seguido

Em algum alugar nesse mundo você ouviu falar nesse filósofo. Assim que comecei a estudar o Direito, confesso que minha mente não era muito aberta com relação aos filósofos que pisaram nessa terra. Hoje, reconheço a importância de estudarmos esses pensadores que amavam o mundo das idéias.

Sócrates, não escreveu uma obra sobre sua biografia. Seu discípulo Platão retrata sua ideias em alguns livros, mas pelo pouco que sei suas frases perturbam até hoje a mente de muitos intelectuais, se não vejamos:                                                                             - "Só sei que nada sei"
- "Conhece-ti a ti mesmo". 
- "Só quem entende a beleza do perdão pode julgar seus semelhantes" etc. O foco central de seus pensamentos era de que "voltando-se para seu interior por meio do autoconhecimento e pela sabedoria, o homem chega se realiza como pessoa, nunca esquecendo de praticar o bem".

Muitos historiadores acreditam que por causa de seus inúmeros questionamentos (já que perguntava mais que respondia) foi condenado à morte pelos gregos (foi obrigado a tomar um veneno mortal).

Isso talvez sirva de lição para os futuros operados do Direito. Que possamos valorizar a Liberdade e expressar tudo aquilo que sentimos por dentro. Sermos livres com nossos ideias, termos dignidade e vivermos sempre em busca de melhorias para a sociedade em que vivemos.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Steve Jobs em Stanford (legendado) [parte 1]

Araguaína, mostra a tua cara!

Estou com sede de Justiça Social!!! 

Na semana passada, o mestre da informática - Steve Jobs, deixou a presidência da empresa da marca mais valiosa do mundo. Jobs é conhecido também por ter uma fortuna de 8 bilhões de reais, ser filho adotivo, ter recolhido garrafas de coca-cola para comer, ter sido o inventor do primeiro computador portátil do mundo, como também por ter lançado o ipad, iphone...e por ter colocado uma maçã em seus designs eletrônicos.
A razão de sua demissão é a mesma que tirou o Reinaldo Gianecchini das telas: o câncer. Uma doença silenciosa e inimiga de todas as pessoas, e que infelizmente ainda não há uma vacina pra preveni-lá. Sem falar que é a segunda doença que mais mata no Brasil todos os dias, e que possui o custo mais alto para um tratamento de qualidade, onde muitos especialistas já consideram "a doença do século".

Minha intenção aqui nesse artigo não é discutir assuntos partidários. Chega de discursos. Não quero também julgar o atual quadro político tocantinense governo x oposição. Precisamos de atitudes objetivas e concretas.

Precisamos urgentemente de dois hospitais e de uma Unidade de internação para menores infratores em Araguaína . O primeiro seria para o tratamento do câncer, e o segundo para realizar o sonho de muita gente, que é a construção do HGA.    

Isto posto, gostaria de fazer a seguinte indagação.O que você tem feito de concreto por sua cidade? Já cobrou o voto aquele que você deu para eleger determinado político? 

Nesses últimos dias só vejo as pessoas preocupadas com os nomes dos futuros candidatos para prefeito de Araguaína. Os projetos de nossa cidade estão em segundo plano. Discutir nomes é coisa para os presidentes dos partidos, pesquisas e líderes que tem poder de decisão. A coisa mais importante que temos é o VOTO. Valorize essa arma poderosa. Não se engane com a popularidade de alguns políticos.

A questão de uma cidade com mais de 170.000 habitantes exige competência e determinação. Hoje minha arma é apenas a escrita em blogs. Não quero criticar por criticar, quero apresenta a seguinte sugestão: Use sua força, e assim nossa cidade terá uma nova cara!

Abraços. Bom feriado. 

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Jô Soares entrevista Arystóbulo de Oliveira Freitas 06/09/2011

Vozes Contra a Globalização - (trechos) Esquivel - Saramago - Galeano - ...

A trajetória de Vida de Fernando Capez


Procurador de Justiça que ingressou no Ministério Público em 8 de janeiro de 1988, atualmente licenciado do Parquet paulista para exercer o mandato de Deputado Estadual, Fernando Capez é o entrevistado do Jornal Carta Forense deste mês.
Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Mestre em Direito pela USP, Doutor pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) e renomado professor em cursos preparatórios para carreiras jurídicas, Capez nos contará detalhes interessantes de sua trajetória na área jurídica.
Como foi a sua infância?
Tive uma infância muito feliz, da qual guardo grandes recordações. Passava as férias de julho e do fim de ano em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, com meus primos, e me recordo de cada detalhe dos momentos mais marcantes e inesquecíveis, principalmente de 1970 a 1981. Fui também muito estudioso, na época, conhecido como “CDF”, sentava na primeira cadeira da primeira fileira e sugava cada detalhe das aulas. Meu objetivo sempre era o de tirar boas notas, fechar todas as matérias em novembro e entrar em férias antecipadamente, para só voltar a pensar em estudo no mês de fevereiro. Na adolescência, mantive o ritmo. Talvez devesse ter aproveitado mais. A determinação para os estudos nessa fase me afastou um pouco daquelas coisas típicas da idade. Se pudesse voltar no tempo, teria sido menos racional dos 13 aos 18 anos.
Tenho enorme gratidão pelo sacrifício que meus pais fizeram. Permitiram que eu estudasse em um dos melhores e mais caros colégios de São Paulo, privando-se dos luxos normais que agradam a todas as pessoas, como roupas caras, restaurantes e viagens. O foco foi todo centrado na educação dos meus irmãos e minha. A forma singela com que procurei retribuir foi o desempenho escolar. Para mim, era o mínimo que podia fazer.
Em que momento decidiu se enveredar pelos concursos públicos?
A escolha foi sendo feita por etapas e mediante critérios naturais. No colegial, aos 14 anos, tive de optar entre as áreas de Humanas, Exatas e Biológicas. Foi fácil. Adorava Português, História, Geografia, e não gostava de Matemática, Química e Desenho Geométrico. Comecei, aí, a fazer minha opção. Chegada a hora do vestibular, dentre os diversos ramos atinentes às Ciências Humanas, a escolha do Direito me pareceu tranquila diante das possibilidades oferecidas pelo mercado de trabalho na área, também em razão de características pessoais e de temperamento. Minha ideia inicial foi advogar. Estagiei em um escritório de advocacia de porte, do Prof. Buzaid, mas com 20 anos, então no 3.º ano do Curso de Direito, a escolha pela carreira pública foi tomada de modo irreversível. Ingressei por concurso como escrevente no extinto Tribunal de Alçada Criminal. Lá, tive o privilégio de trabalhar no Setor Técnico de Pesquisas. Era pago para estudar e pesquisar doutrina e jurisprudência penal. Uma delícia. Acredito que foi um diferencial, sobretudo no campo do Direito Penal e Processual Penal. Devorava os livros e os Códigos. Estava obcecado na tarefa de me aprofundar no conhecimento jurídico. E ainda me pagavam para isso.
Quando iniciou seu preparo? Qual metodologia usou?
Você aprende e se acostuma a estudar desde cedo, mas nunca é tarde para começar. Treinei a memória desde os 7 anos de idade, quando estudava no Externato Macedo Vieira, no bairro da Aclimação. Impressionante como era forte o ritmo de ensino naquele colégio. Difícil encontrar nos dias de hoje algo semelhante. Quem conheceu, sabe do que estou falando. A diretora, a temível Dona Filhinha, era inflexível, e a média exigida era acima de 9,0. Quando ingressei no Colégio São Luís, um dos melhores da época (e até hoje), achei tranquilo, tal o nível de preparo exigido no primário. Nesse colégio, mantive o ritmo. Ingressei na USP, na Faculdade do Largo de São Francisco, e continuei do mesmo jeito. Foi em 1987, no entanto, logo após concluir o Curso, que iniciei minha preparação específica para atingir o objetivo da aprovação no concurso. Selecionei o alvo: concurso para o Ministério Público do Estado de São Paulo. Estabeleci a estratégia de combate: separar o programa específico para aquela carreira, escolher os livros e preparar o plano de estudo. Tomei a decisão: deveria ler 80 páginas por dia a partir de janeiro de 1987 até o dia em que fizesse a última prova da última fase daquele concurso. Foram milhares de páginas lidas e relidas. Estudava sentado, com régua e caneta, sublinhando os textos mais importantes e resumindo a ideia central de cada parágrafo com uma anotação sintética ao lado, no próprio livro. Livro de candidato tem de ser surrado, amassado, rasurado, de modo que só o seu dono o entenda. Livro limpinho e bonitinho não tá com nada.  Em junho de 1987, quando abriu o edital do concurso, já havia estudado o programa e comecei a revisá-lo. A aprovação em primeiro lugar não representava nada mais do que o resultado de uma estratégia preparada com racionalidade e executada com disciplina. Ninguém é mais inteligente nem melhor do que ninguém. Basta acreditar e não desistir. Só não vence quem desiste. Quem insiste sempre vence, até mesmo na vaga do que desistiu.
Quanto tempo demorou para ser aprovado no primeiro concurso?
Exatamente 11 meses e 20 dias. Sempre destaco nas minhas palestras que, quando queremos algo, temos de lutar para que isso aconteça, mesmo que possa demorar um pouco. Sempre fui obstinado pela vitória. A minha realização profissional foi fruto de uma estratégia de longo prazo, iniciada desde os primeiros anos de vida. Estudar sempre. O estudo é o passaporte para a liberdade.
O Ministério Público sempre foi seu foco principal?
A partir do momento em que fiz a opção pela carreira, ela se tornou irreversível. Claro que o estudo do Direito Penal e Processual Penal aprofundado pelo trabalho no Tribunal de Alçada Criminal paulista reforçou minha inclinação pela carreira, cujo foco principal, ao lado das ações civis públicas, é de titular exclusivo da ação penal pública. Lembro de casos interessantes em que atuei, como o da violência das torcidas organizadas de futebol em 1995, das ações por irregularidades nos serviços de coleta de lixo em 1999, e de um caso muito triste no Tribunal do Júri, do homícidio e estupro de três meninas em Ibaté, no interior de São Paulo.
O senhor sofreu alguma cobrança de familiares e amigos pelo resultado pretendido?
Quem nos cobra é a nossa consciência. O desejo de trazer felicidade àqueles que amamos. A alegria de ver os olhos mareados de quem dedicou a própria vida por nossa realização. Meu combustível, a força que sempre me propulsionou em todos os desafios, foi a vontade de premiar meus pais com a efetivação de seus sonhos. No fundo, é isso que conta. O amor, na sua forma mais pura, é o que nos move em direção aos nossos objetivos.
Depois de aprovado, como foi sua rotina de Promotor de Justiça recém-empossado?
Após a aprovação, atuei em diversas cidades do interior - Cananéia, Descalvado, São Roque, Mogi das Cruzes. Durante 4 anos trabalhei no Júri da Penha e Vila Mariana e, por 12 anos, na Promotoria de Justiça da Cidadania da Capital.  O Ministério Público é uma instituição vibrante e guerreira. Às vezes, há excessos, mas o balanço geral é muito positivo. Poucos órgãos públicos possuem a folha de relevantes serviços prestados à sociedade como o Ministério Público. Ele é a nossa paixão e o orgulho da sociedade brasileira.
Quais são as atividades que um Promotor de Justiça exerce? Como é a rotina profissional?
Quando se lida com as mazelas sociais, surgem os mais diversos desafios. A atuação independente, tecnicamente correta, corajosa, justa e equilibrada exige preparo jurídico e sólida formação moral por parte do Promotor de Justiça. Não se curvar a nenhum Poder que não seja o da própria consciência, arrostar os desafios, mas, ao mesmo tempo não fazer da desgraça alheia pedestal para a própria vaidade compõem o conjunto de atributos de um autêntico servidor público. Ser firme, mas conservar-se humano, fazendo prevalecer a vontade objetiva da lei sem perder de vista que ela é apenas um meio de se atingir a justiça. Atuar com bom senso, ciente de que o gabinete da Promotoria não é um oásis apartado da vida social, mas um órgão de interação com todos os agentes pulsantes da coletividade. O Promotor de Justiça é a autoridade pública encarregada da defesa do patrimônio público, cuja integralidade é necessária para atender às carências de uma sociedade desigual; da proteção do meio ambiente, de cuja preservação depende o futuro do nosso planeta, do consumidor, do deficiente, do menor e de tantos outros que dependem do Ministério Público para satisfazer sua fome e sede de justiça. O combate à criminalidade grave e organizada é outro desafio, o qual demanda estrutura própria e treinamento específico dos membros do Parquet. Tudo feito com equilíbrio e firmeza e sem personalismos. Quem brilha é a Instituição, orgulho e esperança da sociedade, mas o brilho não significa publicidade desnecessária e soberba, mas serenidade e ponderação. Nisso reside a grandeza do cargo.
Qual foi o momento mais engraçado ou curioso da sua carreira até agora?
A graça está na alegria de se fazer o que gosta. Sempre trabalhei de bom humor. Quando necessário, mostrei os dentes, mas nunca me permiti tornar-me uma pessoa amarga, autossuficiente, soberba, orgulhosa. Quando isso ocorreu, foi por descuido. Mas felizmente, Deus nos faz lembrar sempre de nossa insignificância perante Sua dimensão infinita.
Algum momento triste?
Se existiu, já foi esquecido. Só tenho amigos no Ministério Público e imensa admiração pelo trabalho e pela história de vida dos meus colegas. Aprendi muito com eles.
Quando um acadêmico ou bacharel toma a decisão de ingressar numa carreira pública, qual o primeiro passo a ser dado?
Olhar o programa, separar os livros necessários, estabelecer um plano de estudo e executá-lo de maneira determinada, sem se afastar do planejamento inicial, a não ser em hipóteses excepcionais. Ser persistente. Não desistir. Não dramatizar. Não desanimar. Não se diminuir. Não se engrandecer. Não procurar demonstrar mais conhecimento do que possui. Mostrar menos conhecimento para não atrair a atenção. Não mudar toda hora de objetivo. Preparar-se com antecedência, sem imediatismos. Ter paciência. Ter fé. Para quem prossegue sem desânimo, a vitória é certa.
Deposite suas esperanças no estudo. Estudar vale a pena. Estudar traz informação. O estudo é o passaporte para a liberdade. A pessoa bem-informada faz a diferença tanto nos concursos quanto no mercado de trabalho. O esforço pessoal é intransferível, ninguém poderá estudar por você. É a sua cota de sacrifício, mas também será a sua vitória. Repito: você deve sempre persistir e nunca desistir de seus objetivos. Mentalize: “estudar é bom; estudar liberta; estudar o faz diferente; estudar o faz importante para a sociedade, para os outros, para você.” Abra o livro agora, leia a primeira página e não pare mesmo quando bater o cansaço. Em pouco tempo, você se acostuma e não cansa mais. Vá em frente e não abandone sua estratégia de estudo. Seja feliz!

Qual a diferença?

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Meu último feriado na faculdade

Nupjur
       Prezados, no próximo feriado do dia 7 de setembro de 2012 já não estarei mais na Facdo - acredito que nessa época já estarei exercendo a profissão tão sonhada: ADVOCACIA. Por incrível que pareça, nessa data acredita-se que Dom Pedro I estava com seus 23 anos de idade (a mesma que a minha hoje). 
06 de setembro no NUPJUR - Na foto: Eduardo, Nyll, Aelton e eu.
        Há dias que estou com a impressão de que estou chegando ao fim do caminho. Olho nos corredores da faculdade e já me bate uma enorme saudade, pois sei que não existe mais nenhuma possibilidade de volta.
      Depois de ter passado quase cinco anos naquela rotina de acadêmico (sonhador), chegou a hora de bater o martelo e começar a preparação do meu pré-projeto.
       Se possível, assim que terminar minha monografia, voltarei com todo gás tanto aqui pelo blog, quanto nas redes sociais.
        Mas em compensação estou muito FELIZ com essa realização...e nada melhor do que lembrar uma frase de Santo Agostinho: "A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las...
         Bom feriado.

domingo, 4 de setembro de 2011

A importância do afeto em sala de aula

Não há quem se sinta bem ao ser maltratado, desestimulado ou desprezado. Isso vale em um restaurante, em um posto de saúde, em uma Igreja ou em uma escola. Nesses afetos cotidianos, nota-se o papel da escola como protagonista de uma sociedade melhor. É na escola que se moldarão o caráter e a personalidade, que aprendemos os primeiros passos rumo à formação do ser humano. Já não há mais espaço para instituições que passam burocraticamente informações aos alunos sem o cuidado de formá-los devidamente para a vida.

Revista Clube Eu Gosto: Qual a importância e o resultado prático da afetividade no ambiente pedagógico?
 Gabriel Chalita: O processo educativo envolve três grandes habilidades: cognitiva, social e emocional. A habilidade cognitiva trabalha com o processo constante de aprender novas idéias, conceitos e valores. A habilidade social desenvolve duas questões básicas: uma é a importância da cooperação, e a outra é a solidariedade. A habilidade emocional é a revelação do que há de mais nobre no ser humano: a capacidade de amar e de ser amado. Ela perpassa as outras duas. Não se aprende sem emoção e não se participa do jogo social sem emoção. A afetividade nasce dessa certeza de que o aluno aprende quando se sente valorizado, acolhido, respeitado. Portanto, o resultado prático é a construção de um espaço mais harmônico em que as heterogeneidades convivam em paz. E, além disso, a real possibilidade de aferir os resultados de uma educação com mais qualidade e significado para os aprendizes.

RCEG: Que ações e comportamentos práticos demonstram essa afetividade em sala de aula?
Gabriel Chalita: Afetos cotidianos. Os professores têm de conhecer os seus alunos. Sei que isso não é fácil. Mas o ideal é o que propunha Aristóteles: o educador tem de ser como o médico. O médico precisa conhecer o paciente antes de prescrever um medicamento. Há doses diferentes do remédio de acordo com a necessidade de cada um. O educador tem de ir percebendo a evolução do aprendiz. E ir conduzindo com leveza os seus passos. Na prática, significa que o professor deve se preparar para entrar em uma sala de aula. Saber o nome dos alunos. Diferenciar autoridade de autoritarismo. Compreender que a didática da sala de aula precisa ser mais envolvente. O aluno participa melhor quando se sente desafiado a resolver problemas, quando percebe que as suas dúvidas são respeitadas. Não acredito na teoria do medo para garantir o bom comportamento em sala de aula ou evitar a algazarra.

RCEG: É possível conseguir disciplina com afeto?
Gabriel Chalita: Sem dúvida. Dom Bosco, o fundador dos salesianos, dizia que não basta aos jovens que sejam amados, eles precisam sentir que são amados. Ele tinha o desafio de cuidar de crianças cuja rebeldia fazia com que não fossem aceitas em escola alguma. E, aos poucos, ele ia conquistando uma a uma. O cinema é rico em exemplos assim. Professores que transformam a desconfiança ou a apatia dos seus alunos por meio de relações educadas, ternas, competentes. Evidentemente, não basta uma postura cordial, se o professor não se prepara, se não tem o que dizer.
Conteúdo e forma são essenciais para que os alunos se interessem pela aula. O professor precisa despertar a curiosidade do aluno, compreender o erro e não supervalorizá-lo. E investir em uma relação que faça com que o aluno fique constrangido em ser indisciplinado, já que é tratado com tanto respeito. Uma regra básica: todo educador tem de ser educado. Esse já é um caminho para ter uma relação melhor entre mestre e aprendizes.

RCEG: Se a relação de afeto é uma relação com base na cumplicidade como conseguir isso do aluno?
Gabriel Chalita: Aos poucos, como toda relação de afeto. Não adianta o professor chegar a uma sala de aula e dizer que ama os alunos ou que tem afeto por eles. Essas coisas não precisam ser ditas. O tempo vai mostrando o quanto aquele professor gosta de lecionar, o quanto ele se prepara para ajudar os alunos a encontrar os próprios sonhos. Trata-se de uma conquista cotidiana. O primeiro dia de aula é fundamental. O primeiro contato tem de ser de acolhimento e investigação. Não há matéria chata. E o professor tem de se dar conta de que a didática precisa servir a essa causa de buscar na vida a continuação do conhecimento partilhado na sala de aula. É como oferecer o aroma de uma flor sem mostrá-la e esperar para ver os alpinistas escalar montes à sua procura. Paulo Freire dizia que o primeiro caminho para que o professor tenha sucesso é ver sua postura diante da vida. Quem gosta de viver tem chance de ser um bom professor; quem não gosta, fica mais difícil. Creio que o que o mestre queria dizer como isso é que a fremente aventura da vida não pode se reduzir a atitudes burocráticas, mas ao êxtase da boniteza da vida em que ensinamos e aprendemos constantemente - aí está a cumplicidade!

RCEG: Um dos resultados práticos da psicologia do afeto é o fortalecimento da autoestima. Como lutar contra o bullying, uma prática comum nas escolas e que vai contra a filosofia do afeto.
Gabriel Chalita: o bullying é uma atitude de não convivência, de não harmonia nas relações humanas. Nasce do preconceito contra alguém que é diferente. Aí começa o problema, porque diferentes são todos. Não há pessoas iguais, nem os gêmeos. E conviver com a diferença faz parte da habilidade social. O bullying coloca no agressor o direito de destruir a vítima física ou moralmente. A vítima, debilitada, sente-se menor que os demais. Os que assistem também se diminuem. Aprendem antivalores. Acredito que o agressor ou os agressores sejam também vítimas. Não acredito que alguém nasça violento ou preconceituoso. Essas coisas são aprendidas em casa, na mídia, no contato com outras pessoas. Recentemente, os meios de comunicação mostraram uma mãe incentivando a filha a brigar na porta de uma escola. Na entrevista, ela não teve dúvidas: “Minha filha nasceu para bater e não para apanhar”. É impressionante como os pais estão distantes do que seria uma educação de qualidade. Alguns são ausentes; outros, sufocantes; outros, competidores ávidos que não admitem um erro dos filhos. Querem sempre vê-los no primeiro lugar do pódio. Ledo engano. A infância tem de ser o tempo da infância. Com as brincadeiras da infância. Cada coisa no seu tempo. Aliás, em vez de transformá-las em adultos deveríamos fazer o inverso, redescobrir a criança adormecida nos adultos.

RCEG: O material didático tem alguma importância nesse processo de aplicação pratica de afeto?
Gabriel Chalita: Todo material é importante para instrumentalizar os caminhantes. O material didático não pode frustrar a autonomia, ao contrário, tem de despertar a curiosidade em impulsionar a competência na resolução de problemas. Assim, também, o chamado material paradidático. O livro é um instrumento precioso. A tecnologia evidentemente trouxe um novo tempo para o processo educativo, mas o livro, a contação de histórias, o convívio são a essência de um processo de crescimento, como já dissemos, cognitivo social e emocional entre alunos e professores. Lembro-me de uma de uma das minhas primeiras professoras que toda sexta-feira nos colocava no chão para ouvir uma historia. Às vezes lia, às vezes contava. E no momento mais curioso da narrativa, fechava o livro ou a boca, dava uma pausa, e a noticia de que o final da historia ficaria para a segunda-feira. E aí estava a curiosidade. Havia poucos livros na biblioteca e quase sempre não conseguíamos encontrar o final. Não havia Internet. Esperávamos ansiosos pela segunda-feira para saber o desfecho. Era assim, na simplicidade da releitura de Sherazade que aquela professora/fada de uma escola pública do interior, com seu condão, tocava os nossos sentimentos e ensinava que nos livros estavam universos fascinantes que, quando descobertos, nos dariam a vitória singela atribuída aos desbravadores. Os livros, os materiais tecnológicos estão aí para ser desbravados. E é por isso que a educação não pode aleijar a coragem, ao contrário, deve incentivá-la. Sem a coragem, as outras virtudes se intimidam.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

10 dicas para escolher um bom terno

1. Comece pelo paletó. O ponto mais importante é observar como ele está nos ombros: não pode sobrar, nem estar justo. Deve estar exato. Repare, também, se as ombreiras não estão grandes demais.

2. O próximo passo é o comprimento do paletó. Com os braços para baixo, veja se ele termina a meio palmo do fim do braço. Esse é o tamanho ideal.

3. As mangas, para estarem certas, precisam estar com o comprimento na altura da junção do pulso e da mão, para que fique com um dedo de camisa aparecendo.

4. Sobre o número de botões, os mais comuns são os de três ou dois botões, sendo que a segunda opção é mais moderna. Existe, hoje, até os de um botão.

5. Na hora de ver se a calça está em um bom tamanho, sente-se e observe se as pregas ficaram estufadas e os bolsos apertados. Caso fiquem, está justa. Use um número maior.

6. A barra da calça deve cair sobre os sapatos, que pode ser tradicional ou “italiana” – como é chamada aquela barra que fica permanentemente dobrada. Porém, se você não é alto, opte pela lisa, para não dar impressão de ser mais baixo ainda.

7. Na hora de escolher a cor, cuidado – principalmente se você não vai ter vários ternos no armário. As cores escuras são mais formais. O risca de giz também é uma boa dica.

8. Para não errar, prefira os sapatos pretos. Com cinto preto e meias pretas. Importante: o cinto e o sapato são sempre da mesma cor.

9. Quanto o terno for cinza, é possível usar um par de sapatos marrom escuro com meias cinzas ou marrons. Os sapatos marrons são mais usados com terno bege e, nesse caso, as meias podem ser marrons ou beges – os mais escuros ficam melhor com a primeira opção, e os mais claros, com a segunda.

10. É mais comum usar gravatas estampadas com camisas lisas e vice-versa. Mas é possível (e até recomendável) misturar padrões. Para não errar, combine as cores da camisa com as da gravata, mesmo que sejam de padronagens diferentes. E esqueça as gravatas muito extravagantes ou divertidas (com bichos, por exemplo). Para ser clássico, listras.

domingo, 28 de agosto de 2011

sábado, 27 de agosto de 2011

Workshop OAB Aula1

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Marina Silva fala sobre a Usina Belo Monte

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Pink Floyd - Another Brick In The Wall(Live)


Leitores, estou esses dias sem net (um vírus detonou com minha rede). Mas para despertar a curiosidade de vocês, resolvi postar esse vídeo da banda Pink Floyd. Quero que vc busque a tradução dessa música e veja o que se passa nas idéias desses caras.....realmente demais......

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Como acabar com a insônia - Superinteressante

Como acabar com a insônia - Superinteressante

Uma nova Araguaina em construção


A cidade de Araguaína, mais uma vez, ganha destaque na imprensa nacional. Na edição de 1º de agosto, do Jornal O Estado de São Paulo, a cidade é citada como uma das que receberão investimentos de um grupo de empresários do setor de shoppings; trata-se do grupo Vertico, que iniciará em Araguaína, ainda este ano, a construção do Shopping Nações, investimento na casa dos R$ 100 milhões.

A matéria completa pode ser conferida no link do Estadão na internet, pelo endereço:http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,eles-querem-shoppings-bem-longe-das-capitais,752607,0.htm

O Shopping Nações vem se juntar aos demais grandes investimentos feitos na cidade de Araguaína. Nos últimos dois anos o município passou a contar com a presença de grandes franquias nacionais e internacionais, como o Girafas, SubWay, Americanas, dentre outras.

A reforma do terminal de passageiros e da pista do aeroporto de Araguaína, obra que é fruto de uma parceria entre os Governos Federal, Estadual e Municipal, deixará a cidade ainda mais atrativa para grandes investimentos, comprovando o que disse a Revista VEJA, que elencou Araguaína entre as 20 futuras metrópoles do Brasil.